Gina
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Anunciante

Gina

Agência

MOB Agency

Prata

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Briefing

Pretendia-se que fosse criada uma sex shop com um posicionamento distinto e que se assumisse como referência numa lacuna de mercado. A Gina, agora aberta, que juramos que adoraria este trocadilho, manifesta-se com uma linguagem crua, por vezes sugestiva, sempre eloquente e num tom de brincadeira. Assumidamente feminista e politica, livre de pudores e defende que a vida é demasiado curta para não termos prazer e controlo sobre o nosso próprio corpo. Não defende o sexismo, defende a igualdade entre todos os géneros e visa acabar com a construção social da hierarquização dos sexos. Construção esta que exerce pressões para que estes assumam comportamentos sociais padronizados, que limita o diálogo, que favorece os juízos de valor, que age como massa modeladora de leis e direitos e nos impede d

Descrição

Queríamos uma marca que falasse de sexo como quem fala dos cereais que come ao pequeno-almoço. Uma marca culta mas descomplexada, desbocada com classe e com uma veiazinha ativista. Uma marca que atacasse o patriarcado e os tabus mas sem soar sofrida. Acima de tudo que fosse aquela tua amiga a que pedes que fale mais baixo no café apesar de estares com lágrimas nos olhos de tanto rir a falar a sério. Assim nasce Gina. Pura, em propósito. Nome que podia ser de estilista, de marca de luxo, tia de Cascais, um eufemismo para vagina e até nome de uma revista pornográfica para prazer masculino dos anos 80. Hoje é defensora do prazer feminino. Uma sex shop que desmistifica a vergonha corporal e reivindica o direito ao prazer de quem tem uma vagina, seja ela biológica, metafórica ou cirúrgica.

Resultado

Para reforçar a marca, criamos uma assinatura e o seu manifesto que contextualiza o papel que os produtos que comercializa devem possuir na vida das pessoas — The Gift of Self Love. A Gina pretende que não se sinta um pingo de culpa durante a masturbação. Ao contrário do que foi difundido ao longo dos séculos por diferentes religiões, e que ainda hoje sentimos o seu efeito. Reflete que a masturbação não é violação do próprio corpo, como a tradição religiosa o diz, mas sim um ato de liberdade e amor.

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Diretor Criativo

Ivo Gomes

Social Media Manager

Ana Joana Araújo Cristina

Designer

Rui Torres Figueiredo

Redator

Ivo Gomes, Ana Joana Araújo Cristina, Sara Alves

Motion Graphic Designer

Rui Torres Figueiredo

UX Designer

Rui Torres Figueiredo

UI Designer

Rui Torres Figueiredo

Diretor de estratégia

Ivo Gomes

Executivo Contas

João Lemos

Data de início de veiculação do trabalho

08/04/2022

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Responsável

08/04/2022
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